Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto busca voluntários para estudo sobre herpes labial

Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto busca voluntários para estudo sobre herpes labial

Podem participar pessoas a partir de 14 anos, com autorização e acompanhamento do responsável legal, ou maiores de 18 anos que já tiveram ao menos um episódio de herpes labial

A Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto (Forp) da USP está recrutando voluntários para uma pesquisa que investiga a correlação entre a espessura dos lábios e a predisposição ao desenvolvimento de lesões causadas pelo herpes simples tipo 1. O estudo também avalia a eficácia de uma pomada como intervenção terapêutica na fase inicial da infecção.

 

Podem participar pessoas a partir de 14 anos, desde que tenham autorização e acompanhamento do responsável legal, ou maiores de 18 anos que já tenham apresentado ao menos um episódio prévio de herpes labial e que estejam com sinais e sintomas na fase ativa da lesão. O contato com a equipe deve ser feito nas primeiras 48 horas do surgimento dos sintomas.

 

Não podem participar interessados que estejam utilizando analgésicos, anti-inflamatórios ou corticoides na fase inicial da infecção, que tenham alergia a componentes da pomada, estejam na fase de crosta seca da lesão, tenham feito uso recente de antivirais, pretendam utilizar outros medicamentos para herpes durante a pesquisa ou tenham realizado preenchimento labial nos últimos 12 meses.

 

A participação envolve duas consultas presenciais na Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto e o preenchimento de questionários on-line. Para ingressar no estudo, o interessado deve entrar em contato com a equipe de pesquisa para receber as orientações iniciais e, caso se enquadre nos critérios, avisar os pesquisadores assim que perceber o início da lesão.

 

Cada participante receberá gratuitamente um kit com três doses da pomada, com tratamento concluído em até 24 horas. De acordo com os pesquisadores, a formulação já foi testada em estudos anteriores, apresentou resultados satisfatórios, possui efeito anestésico que auxilia no controle da dor, não deixa aspecto esbranquiçado e é patenteada.

 

O estudo é conduzido pela pós-graduanda Carolina Cardoso de Araujo, sob orientação do professor Vinícius Pedrazzi, no Programa de Pós-Graduação em Odontologia (Reabilitação Oral), em parceria com a Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto.

 

Mais informações podem ser obtidas pelos telefones WhatsApp (99) 98451-2083, com Carolina Cardoso, ou (16) 3315-4008, com Vinícius Pedrazzi.


*Com informações do Jornal USP Ribeirão 


Foto: Freepik

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