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Secretário nega risco de fechamento do Santa Lydia

Stênio Miranda foi ao ministério Público prestar esclarecimentos e classificou as reportagens sobre o assunto como alarmistas com “teor sensacionalista”

O secretário municipal da Saúde, Stênio Miranda, negou qualquer possibilidade de encerramento das atividades do Hospital Santa Lydia, mantido pela fundação homônima e que está sob intervenção judicial. Na semana passada, reportagens com declarações de interventores apontaram a possibilidade de fechamento do hospital, em função das dívidas acumuladas.

Na tarde desta segunda-feira, dia 20, o secretário esteve reunido com o promotor da Cidadania, Sebastião Sérgio da Silveira, responsável por fundações, para explicar a situação do hospital. A prefeita Dárcy Vera (PSD) participou do início da reunião que teve também a participação da secretária de Governo, Isabel de Farias e de Darlene Mestriner, integrante da comissão interventora.

O secretário informou que o encontro foi para explicar ao promotor que as informações veiculadas na semana passada fopram distorcidas e que não há qualquer risco de fechamento do hospital que foi doado ao município em julho de 2010. A intervenção, composta por uma comissão mista, foi decretada em novembro do ano passado.

“Diante do noticiário da semana passada, de teor evidentemente sensacionalista, viemos trazer alguns esclarecimentos”, disse o secretário ao final da reunião. Ele comentou que a semana foi “pródiga de notícias distorcidas” e que não há qualquer risco de paralisação das atividades, como chegou a ser veiculado.

Stênio afirmou que o hospital tem grande importância para a cidade, porque recebe hoje o maior número de pacientes regulados. E negou que haja atrasos de pagamentos dos três contratos com o hospital. “Pagamos em dia. É claro que entre a emissão da nota e o pagamento há um prazo para processamento”, explicou

Sobre atraso no pagamento de um parcelamento de aporte a ser feito pela Prefeitura ao Hospital, cujo projeto já foi aprovado pela Câmara Municipal, o secretário informou que ele ainda não foi homologado pela Justiça, para que os repasses pudessem ser feitos.

Segundo ele há uma audiência marcada para o final de agosto, quando pode ocorrer a homologação, mas disse que a Administração Municipal tentará antecipar a audiência. Stênioo, no entanto, não negou que falte recursos. “A falta de recursos é um fato, em função da crise fiscal. Mas há também um problema jurídico”, comentou.

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Fotos: JF Pimenta/Divulgação

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