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Jornalista, formada pela Unesp e pós-graduada em Gestão da Comunicação/USP
  • Informes

    Postado em 09 de Abril de 2012 às 09:04 na categoria Notas

    Bom dia pessoal,

    Após alguns dias de merecidas férias, cá estou novamente. E depois de uma "faxina" na caixa de emails, gostaria de compartilhar duas informações que podem interessar, uma sobre a realização gratuita de cursos da BM&FBOVESPA em Ribeirão Preto - esta semana - e outra sobre o CONCURSO LITERÁRIO "PAULO FREIRE", da Feira do Livro, que encerra suas inscrições também esta semana.

     _______________________________________

    Prorrogadas inscrições para concurso literário "Paulo Freire"

    As inscrições para participar do concurso literário "Paulo Freire", da 12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, foram prorrogadas para até o dia 13 de abril, em todas as categorias. 

    A categoria Estudantil é válida para alunos das escolas públicas e privadas do município de Ribeirão Preto e divide-se em três modalidades: Desenho, Poema e Conto. Sendo a primeira válida para alunos na faixa etária de até 10 anos que devem entregar um desenho com o tema: “Você já viu?”. A modalidade Poema Estudantil é destinada aos estudantes de 11 a 13 anos que escreverão sobre o tema “Fala sério, professor!”. O trabalho deve ter no mínimo três versos e no máximo quatorze. Já o conto estudantil abrange a faixa etária entre 14 e 17 anos, com o mesmo tópico anterior, que deve apresentar sua produção no máximo em três laudas de trinta linhas cada.

    Já a categoria Adulto divide-se em quatro modalidades: Crônica, Conto, Poema e Ensaio. Pode participar qualquer pessoa acima de 18 anos que seja morador no Brasil. A crônica e o conto tem como tema “Angústia”. O inscrito deve apresentar um trabalho em até duas laudas para crônica e no máximo em três, para conto, com trinta linhas. O gênero poema adulto mantem o mesmo assunto, sendo regra o mínimo de três e máximo de cinquenta versos. Já o ensaio traz como assunto “Paulo Freire e a leitura do mundo”, onde os participantes discursarão em uma publicação que deve conter entre seis e trinta laudas, com trinta linhas cada uma.

    O Prêmio Literário da Feira do Livro, criado pela Academia Ribeirãopretana de Letras (ARL), é uma realização da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, através da Secretaria Municipal da Educação, Secretaria Municipal da Cultura, Fundação Instituto do Livro, Comitê PROLER de Ribeirão Preto e das instituições privadas Fundação Feira do Livro e da Academia Ribeirãopretana de Letras com o apoio da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto, União Brasileira de Escritores/RP, União dos Escritores Independentes, Casa do Poeta e do Escritor, União Brasileira dos Trovadores, Ordem dos Velhos Jornalistas e Proyecto Cultural SUR/Brasil.

    O participante pode se inscrever com um trabalho por modalidade, porém todas as obras devem ser inéditas.

    Como se Inscrever
    Os trabalhos devem ser apresentados em um CD e em quatro vias datilografadas ou digitadas em letra Fonte Arial, tamanho 12, espaço 1,5, em papel A4, de um lado só do papel, contendo apenas o título, o pseudônimo e o texto, que devem ser colocados em um envelope grande, contendo a categoria, a modalidade e o pseudônimo. É preciso incluir dentro desse envelope um menor, lacrado, contendo externamente apenas o pseudônimo e nome da obra e internamente o título do trabalho, nome e endereço completos, telefone, cópias do RG e do comprovante de residência. Os projetos poderão ser inscritos pessoalmente ou pelo correio, no seguinte endereço: Fundação Instituto do Livro de Ribeirão Preto – Prêmio Literário da Feira do Livro – Casa da Cultura – Praça Alto do São Bento s/nº - Jd. Mosteiro – CEP: 14085-450 – Ribeirão Preto-SP – Telefone para contato: (16) 3931-6004


    Mais informações: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/scultura/premio_paulo/regulamento.pdf

    Você
    também pode acessar o regulamento completo pelo site:
    http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/scultura/2012f-livro/i14ind-livro.php

    12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto nas redes sociais:
    facebook.com/feiradolivroribeiraopreto
    twitter: @feiradolivrorib

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  • BM&FBOVESPA realiza cursos gratuitos em Ribeirão Preto

    Postado em 09 de Abril de 2012 às 09:04 na categoria Notas

    A BM&FBOVESPA estará em Ribeirão Preto nos dias 11 e 12/04 para ministrar cursos gratuitos de finanças pessoais e investimento em ações para a população local. As vagas são limitadas. As aulas ocorrerão no Hotel JP (Via Anhanguera, km 306,5) e as inscrições devem ser feitas no site da Bolsa.

    Das 14h às 17h, o público poderá aprender sobre o planejamento financeiro pessoal no curso Educar Master. As aulas mostrarão aos alunos como organizar o orçamento, fazer controle de despesas e buscar alternativas de investimentos para a formação de patrimônio no longo prazo. Além disso, os alunos receberão informações sobre juros, inflação e como administrar o dinheiro para a realização de sonhos.

    Para quem deseja conhecer melhor o investimento em bolsa de valores, o curso Como Investir em Ações ocorrerá das 19h às 21h30. O curso explicará os conceitos e funcionamento do mercado de ações, a importância do mercado de capitais para o desenvolvimento do País, a atuação da Bolsa, além de discutir os principais tipos de investimentos para a pessoa física e os primeiros passos para se investir em ações.

    Para saber mais, visite www.bmfbovespa.com.br/cursos.

    Agenda: 
    Curso Educar Master
    Data: 11 e 12/04/2012
    Horário: das 14h às 17h
    Local: Hotel JP (Via Anhanguera, km 306,5)
    Inscrições: www.bmfbovespa.com.br/cursos

    mo investir em Ações
    Data:
    11 e 12/04/2012
    Horário: das 19h às 21h30
    Local: Hotel JP (Via Anhanguera, km 306,5)
    Inscrições: www.bmfbovespa.com.br/cursos

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  • DESCOMPLICAR

    Postado em 15 de Março de 2012 às 09:03 na categoria Porta-voz

    Recebi por email, gostei, e acho que é preciso COMPARTILHAR... 


    Vocabulário feminino 

    Leila Ferreira 

    Se eu tivesse que escolher uma palavra 
    - apenas uma - 
    para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, 
    essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: 
    descomplicar
    Depois de infinitas (e imensas) conquistas, 
    acho que está passando da hora de aprendermos 
    a viver com mais leveza: 
    exigir menos dos outros e de nós próprias, 
    cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, 
    olhar menos para o espelho. 

    Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos à tão 
    falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. 

       Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial 
    da mulher moderna. 
    Amizade, por exemplo. 
    Acostumadas a concentrar nossos 
    sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, 
    acabamos deixando as amigas em segundo plano. 

    E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher 
    quanto a convivência com as amigas. 
    Ir ao cinema com elas 
    (que gostam dos mesmos filmes que a gente), 
    sair sem ter hora para voltar, 
    compartilhar uma caipivodca de morango 
    e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes 
    - isso, sim, faz bem para a pele. 

    Para a alma, então, nem se fala. 

    Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez 
    (desligue o celular, se for preciso) 
    e desfrute os prazeres que só uma 
    boa amizade consegue proporcionar. 

    E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário 
    duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: 
    pausa e silêncio. 

    Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, 
    três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia 
    - não importa - 
    e a ficar em silêncio. 

    Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, 
    contar até 100 antes de uma decisão importante, 
    entender melhor os próprios sentimentos, 
    reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso. 

    Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. 
    Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão 
    de uma mulher mal-humorada. 
    Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas 
    do nosso dia a dia. 
    Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, 
    preste atenção na conversa de duas crianças, 
    marque um encontro com aquela amiga engraçada 
    - faça qualquer coisa, mas ria. 
    O riso nos salva de nós mesmas, 
    cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida. 
      
    Quanto à palavra dieta, cuidado: 
    mulheres que falam em regime o tempo 
    todo costumam ser péssimas companhias. 

    Deixe para discutir carboidratos 
    e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. 
    Nas mesas de restaurantes, nem pensar. 

    Se for para ficar contando calorias, 
    descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa 
    do companheiro de mesa com reprovação e inveja, 
    melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface 
    e seu chá verde sozinha. 

    Uma sugestão? 
    Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, 
    essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: 
    gentileza. 

    Ter classe não é usar roupas de grife: 
    é ser delicada. 
    Saber se comportar 
    é infinitamente mais importante do que saber se vestir. 

    Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: 
    aprenda a se colocar no lugar do outro, 
    e trate-o como você gostaria de ser tratada, 
    seja no trânsito, na fila do banco, 
    na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, 
    na academia. 

    E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser 
    indissociáveis da vida: 
    sonhar e recomeçar. 

    Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, 
    o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) 
    ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... 
    sonhar é quase fazer acontecer. 
    Sonhe até que aconteça. 

    E recomece, sempre que for preciso: 
    seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. 
    A vida nos dá um espaço de manobra: 
    use-o para reinventar a si mesma. 

    E, por último 
    (agora, sim, encerrando), 
    risque do seu Aurélio a palavra perfeição

    O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, 
    inseguranças, limites. 

    Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, 
    a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, 
    a esposa nota mil. 

    Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, 
    bumbum que encara qualquer biquíni. 
    Mulheres reais são mulheres imperfeitas. 
    E mulheres que se aceitam como imperfeitas são mulheres livres. 
    Viver não é 
    (e nunca foi) 
    fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem 
    (e a busca da perfeição pesa toneladas), 
    a tão sonhada felicidade fica muito mais possível. 

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  • Lobas-ovelhas

    Postado em 09 de Março de 2012 às 15:03 na categoria Porta-voz

     Ora lobas, ora ovelhas
    Espuma em boca escondida
    Leite de seios plenos
    Centelhas de fé sentida
    Mil rostos vistos no espelho
    Com faces de mil olhares
    Somos donas de muitas fases
    Caminhamos altaneiras
    Na força do feminino
    Tecendo panos de rendas
    Dobrando aguçado espinho
    Cuidando de nossos rebentos
    Fazendo de um pouco tudo
    Usando corpo e mente
    No pleno de nosso entorno
    Caímos ,levantamos afoitas
    Corremos,  somos deleite
    Queremos, puxamos revolta
    Importa: não somos enfeites
    Somos força que move o mundo

     Mariza Facci Ruiz

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  • Dia Internacional da Mulher

    Postado em 08 de Março de 2012 às 11:03 na categoria Pausa e Ponto

    Obrigada, obrigada, obrigada por todos os parabéns recebidos pelo Dia Internacional da Mulher. Eu, realmente - ADORO - ser mulher. Adoro essa visão do mundo, das pessoas e de Deus que só a existência feminina pode proporcionar... De sentir a vida no âmago! O homem sente a vida na carne, olha o mundo um pouco mais à distância... E isso também é fantástico! Equilibrio é fundamental.
    Mas gostoso mesmo é ser mulher!!!!!!!!!

    Sou uma mulher,
    E isso quer dizer que choro, sofro ou dou gargalhadas - ao mesmo tempo!
    Sou uma mulher,
    E isso não me aumenta, tampouco me diminui
    Ser uma mulher me acrescenta
    Acrescenta materinidade,
    Acrescenta espiritualidade,
    Acrescenta peculiaridade,
    Só eu sei do prazer da simplicidade:
    de uma unha bem feita,
    de uma escova no cabelo,
    de um chinelo depois do salto,
    de uma criança abraçada às pernas,
    de um "obrigada mamãe",
    de um beijo depois do gozo,
    de um abraço depois do choro,
    de dar as mãos para sair na rua...
    Sou uma mulher e isso me alimenta e me corrói,
    Sou uma mulher e isso me alegra, ao mesmo tempo que dói,
    Sou uma mulher, por isso, sangro,
    por isso, mando,
    por isso, canto,
    por isso, encanto,
    Sou uma mulher e pronto,
    Está feito!

    Yara Racy - 08/03/12

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  • MARP - 20 anos

    Postado em 06 de Fevereiro de 2012 às 09:02 na categoria Arquivo Y

    Olá amigos bom dia,

    Semana passada produzimos uma matéria bacana sobre o MARP - Museu de Arte de Ribeirão Preto - que este ano completa 20 anos de fundação.

    O museu é referência no estado e no país, mas o ribeiraopretano mesmo, pouco valoriza...

    Assista o vídeo, acompanhe a programação e frequente as exposições. (a pártir de março tem novidade)

    Vamos valorizar o que temos!

    Bjs 

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  • Verdade seja dita

    Postado em 13 de Janeiro de 2012 às 17:01 na categoria Pausa e Ponto

    Comentário da apresentadora Neila Medeiros revoltada com a declaração do Secretário de Obras de Luziânia. Ele afirmou que a imprensa atrapalha o trabalho deles.

     

    Todo ano a mesma coisa. Os noticiários repletos de informações de desgraças por causa das chuvas. São casos de gente morrendo soterrada, gente perdendo tudo com enxurrada, gente ilhada... Gente com frio, fome, doente. Gente sem roupa, sem água, sem nada. Geeeente... E ninguém faz nada!

    As cenas chocam, assustam, emocionam, mas não passam disso... Cenas a mais de uma velha história re-contada. A verdade é que enquanto não acontece com a gente ou com alguém muito próximo de nós, são apenas imagens que ilustram um tipo de sofrimento que não reconhecemos como nosso. Afinal, os nossos já nos bastam não é mesmo, para que viver o dos outros?

    Nem eu, e nem muitos que estão lendo este texto neste momento, são capazes de imaginar o que é ser um "sobrevivente" das chuvas.  E se por um lado a palavra é linda porque remete a resistência de alguém que permanece vivo - apesar de algo ou alguém -, por outro, também está muito próxima da crueldade da vida que, muitas vezes, lança o homem às sobras e às sombras...

    Olhando para minha casa seca, segura e com todos os bens adquiridos para ela em seus devidos lugares, dificilmente saberei o que é ter tudo levado pela água. Dificilmente entenderei o que é olhar ao redor e ver tudo cheio de lama, apenas um rastro sujo do que foi um dia... E, certamente, muitas dessas pessoas, jamais conquistarão novamente o que perderam. Outras levarão muitos anos trabalhando para ter novamente direito a algum conforto na vida.

    Olhando para meu marido e minha filha, vivos e felizes, jamais entenderei a dor de quem perdeu alguém levado ou soterrado pelas águas... Estas pessoas nunca mais verão uma chuva cair da mesma maneira. Estas pessoas, nunca mais vão assistir o noticiário de janeiro, sem sentir a mesma dor daqueles que estão lá. 

    Não deveria ser assim, mas se é preciso sentir na pele o aprendizado, para que as mudanças ocorram, então vamos dar poder de ação e decisão para essas pessoas. Transformá-las em agentes comunitários, assessores, vereadores e o escambau para que seja feito realmente algo útil. Quem sabe assim, se elas não se corromperem, ano que vem essa 'maldita' história seja outra e a imprensa tenha que caçar outras notícias para dar. 

    Não que as chuvas sejam culpa de alguém, afinal as intempéries da natureza e da vida sempre existiram e não vão mudar. O volume das chuvas seria outro se as ações do homem fossem outras? Pode ser que sim e pode ser que não, essa é outra história. Mas para mim, se há culpa nisso tudo, ela está exatamente onde sempre esteve, na conhecida (des)humanidade de não se querer cheirar, não se querer tocar, não se querer ver e, muito menos, sentir o que não convém.

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