Bom dia pessoal,
Após alguns dias de merecidas férias, cá estou novamente. E depois de uma "faxina" na caixa de emails, gostaria de compartilhar duas informações que podem interessar, uma sobre a realização gratuita de cursos da BM&FBOVESPA em Ribeirão Preto - esta semana - e outra sobre o CONCURSO LITERÁRIO "PAULO FREIRE", da Feira do Livro, que encerra suas inscrições também esta semana.
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Prorrogadas inscrições para concurso literário "Paulo Freire"
As inscrições para participar do concurso literário "Paulo Freire", da 12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, foram prorrogadas para até o dia 13 de abril, em todas as categorias.
A categoria Estudantil é válida para alunos das escolas públicas e privadas do município de Ribeirão Preto e divide-se em três modalidades: Desenho, Poema e Conto. Sendo a primeira válida para alunos na faixa etária de até 10 anos que devem entregar um desenho com o tema: “Você já viu?”. A modalidade Poema Estudantil é destinada aos estudantes de 11 a 13 anos que escreverão sobre o tema “Fala sério, professor!”. O trabalho deve ter no mínimo três versos e no máximo quatorze. Já o conto estudantil abrange a faixa etária entre 14 e 17 anos, com o mesmo tópico anterior, que deve apresentar sua produção no máximo em três laudas de trinta linhas cada.
Já a categoria Adulto divide-se em quatro modalidades: Crônica, Conto, Poema e Ensaio. Pode participar qualquer pessoa acima de 18 anos que seja morador no Brasil. A crônica e o conto tem como tema “Angústia”. O inscrito deve apresentar um trabalho em até duas laudas para crônica e no máximo em três, para conto, com trinta linhas. O gênero poema adulto mantem o mesmo assunto, sendo regra o mínimo de três e máximo de cinquenta versos. Já o ensaio traz como assunto “Paulo Freire e a leitura do mundo”, onde os participantes discursarão em uma publicação que deve conter entre seis e trinta laudas, com trinta linhas cada uma.
O Prêmio Literário da Feira do Livro, criado pela Academia Ribeirãopretana de Letras (ARL), é uma realização da Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto, através da Secretaria Municipal da Educação, Secretaria Municipal da Cultura, Fundação Instituto do Livro, Comitê PROLER de Ribeirão Preto e das instituições privadas Fundação Feira do Livro e da Academia Ribeirãopretana de Letras com o apoio da Academia de Letras e Artes de Ribeirão Preto, União Brasileira de Escritores/RP, União dos Escritores Independentes, Casa do Poeta e do Escritor, União Brasileira dos Trovadores, Ordem dos Velhos Jornalistas e Proyecto Cultural SUR/Brasil.
O participante pode se inscrever com um trabalho por modalidade, porém todas as obras devem ser inéditas.
Como se Inscrever
Os trabalhos devem ser apresentados em um CD e em quatro vias datilografadas ou digitadas em letra Fonte Arial, tamanho 12, espaço 1,5, em papel A4, de um lado só do papel, contendo apenas o título, o pseudônimo e o texto, que devem ser colocados em um envelope grande, contendo a categoria, a modalidade e o pseudônimo. É preciso incluir dentro desse envelope um menor, lacrado, contendo externamente apenas o pseudônimo e nome da obra e internamente o título do trabalho, nome e endereço completos, telefone, cópias do RG e do comprovante de residência. Os projetos poderão ser inscritos pessoalmente ou pelo correio, no seguinte endereço: Fundação Instituto do Livro de Ribeirão Preto – Prêmio Literário da Feira do Livro – Casa da Cultura – Praça Alto do São Bento s/nº - Jd. Mosteiro – CEP: 14085-450 – Ribeirão Preto-SP – Telefone para contato: (16) 3931-6004
Mais informações: http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/scultura/premio_paulo/regulamento.pdf
Você também pode acessar o regulamento completo pelo site:
http://www.ribeiraopreto.sp.gov.br/scultura/2012f-livro/i14ind-livro.php
12ª Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto nas redes sociais:
facebook.com/feiradolivroribeiraopreto
twitter: @feiradolivrorib
A BM&FBOVESPA estará em Ribeirão Preto nos dias 11 e 12/04 para ministrar cursos gratuitos de finanças pessoais e investimento em ações para a população local. As vagas são limitadas. As aulas ocorrerão no Hotel JP (Via Anhanguera, km 306,5) e as inscrições devem ser feitas no site da Bolsa.
Das 14h às 17h, o público poderá aprender sobre o planejamento financeiro pessoal no curso Educar Master. As aulas mostrarão aos alunos como organizar o orçamento, fazer controle de despesas e buscar alternativas de investimentos para a formação de patrimônio no longo prazo. Além disso, os alunos receberão informações sobre juros, inflação e como administrar o dinheiro para a realização de sonhos.
Para quem deseja conhecer melhor o investimento em bolsa de valores, o curso Como Investir em Ações ocorrerá das 19h às 21h30. O curso explicará os conceitos e funcionamento do mercado de ações, a importância do mercado de capitais para o desenvolvimento do País, a atuação da Bolsa, além de discutir os principais tipos de investimentos para a pessoa física e os primeiros passos para se investir em ações.
Para saber mais, visite www.bmfbovespa.com.br/cursos.
Agenda:
Curso Educar Master
Data: 11 e 12/04/2012
Horário: das 14h às 17h
Local: Hotel JP (Via Anhanguera, km 306,5)
Inscrições: www.bmfbovespa.com.br/cursos
mo investir em Ações
Data: 11 e 12/04/2012
Horário: das 19h às 21h30
Local: Hotel JP (Via Anhanguera, km 306,5)
Inscrições: www.bmfbovespa.com.br/cursos
Recebi por email, gostei, e acho que é preciso COMPARTILHAR...
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Ora lobas, ora ovelhas
Espuma em boca escondida
Leite de seios plenos
Centelhas de fé sentida
Mil rostos vistos no espelho
Com faces de mil olhares
Somos donas de muitas fases
Caminhamos altaneiras
Na força do feminino
Tecendo panos de rendas
Dobrando aguçado espinho
Cuidando de nossos rebentos
Fazendo de um pouco tudo
Usando corpo e mente
No pleno de nosso entorno
Caímos ,levantamos afoitas
Corremos, somos deleite
Queremos, puxamos revolta
Importa: não somos enfeites
Somos força que move o mundo
Mariza Facci Ruiz

Obrigada, obrigada, obrigada por todos os parabéns recebidos pelo Dia Internacional da Mulher. Eu, realmente - ADORO - ser mulher. Adoro essa visão do mundo, das pessoas e de Deus que só a existência feminina pode proporcionar... De sentir a vida no âmago! O homem sente a vida na carne, olha o mundo um pouco mais à distância... E isso também é fantástico! Equilibrio é fundamental.
Mas gostoso mesmo é ser mulher!!!!!!!!!
Sou uma mulher,
E isso quer dizer que choro, sofro ou dou gargalhadas - ao mesmo tempo!
Sou uma mulher,
E isso não me aumenta, tampouco me diminui
Ser uma mulher me acrescenta
Acrescenta materinidade,
Acrescenta espiritualidade,
Acrescenta peculiaridade,
Só eu sei do prazer da simplicidade:
de uma unha bem feita,
de uma escova no cabelo,
de um chinelo depois do salto,
de uma criança abraçada às pernas,
de um "obrigada mamãe",
de um beijo depois do gozo,
de um abraço depois do choro,
de dar as mãos para sair na rua...
Sou uma mulher e isso me alimenta e me corrói,
Sou uma mulher e isso me alegra, ao mesmo tempo que dói,
Sou uma mulher, por isso, sangro,
por isso, mando,
por isso, canto,
por isso, encanto,
Sou uma mulher e pronto,
Está feito!
Yara Racy - 08/03/12
Olá amigos bom dia,
Semana passada produzimos uma matéria bacana sobre o MARP - Museu de Arte de Ribeirão Preto - que este ano completa 20 anos de fundação.
O museu é referência no estado e no país, mas o ribeiraopretano mesmo, pouco valoriza...
Assista o vídeo, acompanhe a programação e frequente as exposições. (a pártir de março tem novidade)
Vamos valorizar o que temos!
Bjs
Comentário da apresentadora Neila Medeiros revoltada com a declaração do Secretário de Obras de Luziânia. Ele afirmou que a imprensa atrapalha o trabalho deles.
Todo ano a mesma coisa. Os noticiários repletos de informações de desgraças por causa das chuvas. São casos de gente morrendo soterrada, gente perdendo tudo com enxurrada, gente ilhada... Gente com frio, fome, doente. Gente sem roupa, sem água, sem nada. Geeeente... E ninguém faz nada!
As cenas chocam, assustam, emocionam, mas não passam disso... Cenas a mais de uma velha história re-contada. A verdade é que enquanto não acontece com a gente ou com alguém muito próximo de nós, são apenas imagens que ilustram um tipo de sofrimento que não reconhecemos como nosso. Afinal, os nossos já nos bastam não é mesmo, para que viver o dos outros?
Nem eu, e nem muitos que estão lendo este texto neste momento, são capazes de imaginar o que é ser um "sobrevivente" das chuvas. E se por um lado a palavra é linda porque remete a resistência de alguém que permanece vivo - apesar de algo ou alguém -, por outro, também está muito próxima da crueldade da vida que, muitas vezes, lança o homem às sobras e às sombras...
Olhando para minha casa seca, segura e com todos os bens adquiridos para ela em seus devidos lugares, dificilmente saberei o que é ter tudo levado pela água. Dificilmente entenderei o que é olhar ao redor e ver tudo cheio de lama, apenas um rastro sujo do que foi um dia... E, certamente, muitas dessas pessoas, jamais conquistarão novamente o que perderam. Outras levarão muitos anos trabalhando para ter novamente direito a algum conforto na vida.
Olhando para meu marido e minha filha, vivos e felizes, jamais entenderei a dor de quem perdeu alguém levado ou soterrado pelas águas... Estas pessoas nunca mais verão uma chuva cair da mesma maneira. Estas pessoas, nunca mais vão assistir o noticiário de janeiro, sem sentir a mesma dor daqueles que estão lá.
Não deveria ser assim, mas se é preciso sentir na pele o aprendizado, para que as mudanças ocorram, então vamos dar poder de ação e decisão para essas pessoas. Transformá-las em agentes comunitários, assessores, vereadores e o escambau para que seja feito realmente algo útil. Quem sabe assim, se elas não se corromperem, ano que vem essa 'maldita' história seja outra e a imprensa tenha que caçar outras notícias para dar.
Não que as chuvas sejam culpa de alguém, afinal as intempéries da natureza e da vida sempre existiram e não vão mudar. O volume das chuvas seria outro se as ações do homem fossem outras? Pode ser que sim e pode ser que não, essa é outra história. Mas para mim, se há culpa nisso tudo, ela está exatamente onde sempre esteve, na conhecida (des)humanidade de não se querer cheirar, não se querer tocar, não se querer ver e, muito menos, sentir o que não convém.