Universidade de São Paulo realiza campanha contra o assédio e a discriminação
Informações sobre a ação serão espalhados pelos campi da Universidade

Universidade de São Paulo realiza campanha contra o assédio e a discriminação

Iniciaitiva visa combater discriminações entre a comunidade acadêmica de todos os campi da instituição

A Pró-Reitoria de Inclusão e Pertencimento (PRIP) deu início esta semana à campanha USP Contra o Assédioque busca chamar a atenção para comportamentos que devem ser combatidos em todos os espaços de convívio de estudantes, professores e funcionários.

 

Ao longo do segundo semestre, quinzenalmente, 40 cartazes contendo frases tipicamente utilizadas em situações de discriminação e QR Codes com informações sobre a ação serão espalhados pelos campi da Universidade. 

 

Até novembro, as unidades e órgãos centrais receberão o material, que abordará diferentes tipos de assédio. Os cartazes terão cores distintas para identificar cada causa combatida pela campanha: racismo, homofobia, transfobia, sexismo, cancelamento e capacitismo. Informações mais detalhadas poderão ser acessadas via QR Code.

 

A Pró-Reitoria também promoverá visitas aos campi da USP para auxiliar os órgãos e colegiados ligados à inclusão e à diversidade no enfrentamento das situações de assédio e na promoção de um ambiente mais saudável e acolhedor.

 

Segundo o diretor da Coordenadoria de Direitos Humanos e Políticas de Reparação, Memória e Justiça da PRIP, Renato Cymbalista, as motivações para a realização da campanha USP Contra o Assédio vieram das próprias unidades e comissões, que necessitavam tanto de apoio político quanto técnico da Universidade. “Elas precisavam de um repertório maior sobre como lidar com essas situações. Além disso, precisavam de uma posição mais efetiva da USP em relação ao combate a qualquer tipo de discriminação”, explica.

 

Cymbalista destaca, ainda, que a campanha tem dois objetivos principais: “Fazer com que os órgãos, comissões e coletivos que precisam lidar com situações de assédio sintam-se munidos de ferramentas que encaminhem os processos de forma mais eficaz, prezando sempre pelo cuidado com a vítima e, também, comunicar de forma ampla que esse tipo de situação precisa ser prevenida e combatida por toda a comunidade, dentro e fora da Universidade”.

 

Com informações do Jornal da USP


Marcos Santos/USP Imagens

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