Jovem ribeirãopretana procura por homem que ela acredita ser seu pai biológico
Julia Consuelo Botechia nunca viu o pai e não possui informações de seu paradeiro
A jovem ribeirãopretana Julia Consuelo Botechia utiliza as redes sociais para encontrar pai biológico. Nascida nos anos 90, ela conta que nunca teve notícias sobre o paradeiro do homem.
Em um anúncio publicado em uma rede social, a jovem diz que a mãe e ele se conheceram em Ribeirão Preto e namoraram cerca de cinco meses. Um certo dia o relacionamento acabou e o homem foi embora.
A única informação que a menina tem sobre o pai é seu primeiro nome, que seria Mário. A mãe, Marli de Britto Pereira, suspeita que o homem seja de Sergipe, no Nordeste do Brasil.
Mário era artista e fazia trabalhos como caricaturista. “Desde meus nove anos, quando descobri que possuía um pai biológico, tinha a curiosidade de o conhecer, mas na época eu não fui atrás, pois possuía um pai de criação e não queria magoá-lo”, explica.
Segundo Julia, um tempo depois, a vontade de conhecer o pai biológico retornou. “Fui em programas de televisão pedir ajuda, mas até hoje não consegui retorno algum. Sempre tive essa expectativa de olhar para ele e dizer que tem uma filha”.
A jovem fala que tem a curiosidade de saber como é a vida do homem. “Independente se meu pai já estiver falecido, se for uma pessoa ruim, ou qualquer outra coisa, eu quero conhecer ele. Tenho fé em Deus. Chego a me emocionar sobre essa história”.
Por fim, Julia explica que a vontade é o maior desejo dela. “É o meu maior sonho. Me casei e meu marido me apoia. Já fui atrás da polícia e de todo mundo, mas eu só sei o primeiro nome do meu pai, o que deixa a história muito difícil”.
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