Em Ribeirão Preto, Marinho diz que denúncias contra o PT não afetam sua candidatura
O candidato participou de uma caminhada no Centro de Ribeirão Preto nesta quarta-feira, 3
O candidato ao governo do Estado Luiz Marinho (PT) participou de uma caminhada no calçadão do Centro de Ribeirão Preto nesta quarta-feira, 3. Cercado por partidários e movimentos populares como o Movimento Sem Terra (MST), o candidato, que já foi prefeito de São Bernardo do Campo por duas vezes, afirmou que a série de denúncias contra membros do alto escalão do Partido dos Trabalhadores não afetam a sua candidatura.
“Não afetam em nada, porque o povo brasileiro viu na prisão do presidente Lula uma grande incoerência, uma grande injustiça. Tanto é que ele liderava todas as pesquisas. Se o Lula fosse candidato, provavelmente, ele ganharia essa eleição no primeiro turno. Tiraram ele na marra e o Haddad vai para o segundo turno e vai ganhar essas eleições”, afirmou o candidato.
Marinho, que também foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, declarou que, em um eventual mandato do petista, a geração de empregos será uma prioridade. “O principal problema do nosso povo é a ausência de emprego. Evidentemente que empregos se conectam com investimentos da educação, esporte cultura, crédito mais barato para o microempreendedor e para agricultura familiar” explicou.
O petista comenta que tem experiência na área de empregos, já que foi Ministro do Trabalho durante o governo Lula. “Eu e o Haddad trabalhamos juntos no governo Lula gerando políticas públicas para gerar emprego. Fui Ministro do Trabalho do presidente Lula e geramos 14 milhões de empregos. E na soma com a Dilma, 20 milhões”, conta Marinho.
Por fim, o candidato preferiu não comentar qual seria seu apoio em um eventual segundo turno entre Paulo Skaf (MDB) e João Dória (PSDB). “Isso não vai acontecer, vamos aguardar o dia 7 de outubro, porque lá estarei para enfrentar um dos dois. Pesquisa não decide eleição, ela capta uma fotografia daquele momento. O que vence a eleição é o voto na urna, já viramos situações mais complicadas do que essa”, finaliza.
Foto: Paulo Apolinário