Caras(os) Leitoras(es),
No post da semana passada, eu comentei sobre a abertura do caminho para novas reduções da Taxa Selic. A propósito, é interessante colocarmos a definição oficial do que se trata a “taxa selic” emitida pelo Banco Central do Brasil:
Mais informações (http://www.bcb.gov.br/?SELICDESCRICAO).
Os depósitos em poupança, a partir de 04/05/2012, estão sujeitos a uma “Nova Sistemática de Cálculo da Taxa de Juros”, ou seja, se a “Taxa Selic” ficar abaixo de 8,50% ao ano, o rendimento das cadernetas de poupança passaria a ser 70% da Selic + TR. Por exemplo, se a Selic ficar em 8%, o rendimento da poupança seria 5,60% (70% de 8,00) + TR.
Afinal, se esta nova sistemática da taxa de juros da poupança estivesse vigorando há muitos anos como teria ficado o rendimento da POUPANÇA? E de agora em diante?
Para responder a estas perguntas vou recorrer a uma tabela como exemplo:
|
Ano |
Rendimento Anual da Poupança |
Taxa Selic (dezembro de cada ano) 2 |
Rendimento Anual da Poupança pela Nova Sistemática se estivesse em vigor |
|
1996 1 |
16,88 |
23,94 |
16,88 |
|
1997 |
16,05 |
37,47 |
16,05 |
|
1998 |
15,08 |
29,21 |
15,08 |
|
1999 |
12,74 |
19,00 |
12,74 |
|
2000 |
8,61 |
15,76 |
8,61 |
|
2001 |
8,48 |
19,05 |
8,48 |
|
2002 |
8,96 |
24,90 |
8,96 |
|
2003 |
11,29 |
16,32 |
11,29 |
|
2004 |
8,04 |
17,74 |
8,04 |
|
2005 |
9,19 |
18,00 |
9,19 |
|
2006 |
8,41 |
13,19 |
8,41 |
|
2007 |
7,79 |
11,18 |
7,79 |
|
2008 |
7,74 |
13,66 |
7,74 |
|
2009 |
7,09 |
8,65 |
7,09 |
|
2010 |
6,80 |
10,66 |
6,80 |
|
2011 |
7,50 |
10,90 |
7,50 |
|
2012 3 |
6,81 4 |
9,65 |
6,81 4 |
|
ANOS FUTUROS – ESTIMANDO O COMPORTAMENTO DA SELIC E TR |
|||
|
2013 |
6,83 5 |
8,00 |
6,26 (70% de 8% + TR) |
|
2014 |
6,83 5 |
7,00 |
5,56(70% de 7%+ TR) |
|
2015 |
6,83 5 |
6,00 |
4,85 (70% de 6% + TR) |
|
2016 |
6,83 5 |
5,00 |
4,15 (70% de 5% + TR) |
|
2017 |
6,83 5 |
9,00 |
6,83 |
|
1 Ano de instituição do COPOM (Comitê de Política Monetária). 2 Fonte: http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS. 3 Considerando março de 2012. 4 Estimativa para 2012. 5 Supondo a TR – Taxa Referencial de 0,63% ao ano, ou seja, 6,17 (juro da poupança ao ano) + 0,63% = 6,83% ao ano. |
|||
Analisando a tabela podemos tirar algumas conclusões:
1) do ano de 1996 a 2011 o rendimento das cadernetas de poupança, considerando a nova e a antiga sistemática NÃO SOFRERIA ALTERAÇÃO. Por quê?
Nesse período a “Taxa Selic” nunca ficou abaixo de 8,50%, patamar da selic que define a vigência da nova sistemática de juros da poupança.
2) a partir de 2013, considerando que a “Taxa Selic” começasse a cair 1% ao ano, os juros da poupança entrariam na nova sistemática e seriam calculados à base de 70% da Selic + TR. Vejam que haveria uma redução dos juros pagos pelas cadernetas de poupança.
3) Em 2017, supondo que a “Taxa Selic” subisse para 9,00% ao ano, o rendimento da poupança seria 6,17% ao ano + TR (cálculo tradicional).
E o seu bolso com seria afetado com tudo isso?
Respondo a esta pergunta no próximo post, além de outros esclarecimentos sobre este assunto.
A todas as mamães um “Feliz Dia” curtindo ao lado dos entes queridos e se tiver distante, que seja pela sintonia do coração e de pensamento.
Caras(os) Leitoras(es),
No post da semana passada apresentei a tabela de decomposição do “Spread Bancário” que é elaborada pelo BACEN, anualmente. A de 2010 foi publicada em fevereiro de 2012 (Relatório de Economia Bancária e Crédito) disponível em http://www.bcb.gov.br/Pec/Depep/Spread/REBC2010.pdf.
Vejam, se nós apurarmos a média da Tabela 5 (post de 29/04/2012) teremos a seguinte situação:
|
|
2004 |
2005 |
2006 |
2007 |
2008 |
2009 |
2010 |
Média |
2010 em relação a Média |
|
2-Custo Administrativo |
20,42 |
19,41 |
17,89 |
18,15 |
10,16 |
14,25 |
12,56 |
16,12 |
menor |
|
3-Inadimplência |
24,29 |
27,57 |
30,52 |
28,42 |
26,71 |
30,59 |
28,74 |
28,12 |
maior |
|
4-Compulsório |
9,40 |
8,07 |
6,14 |
6,45 |
5,23 |
5,26 |
4,08 |
6,38 |
menor |
|
5-Margem Bruta |
45,89 |
44,95 |
45,46 |
46,98 |
57,90 |
49,91 |
54,62 |
49,39 |
maior |
|
6-Impostos Diretos |
15,63 |
15,31 |
15,49 |
16,04 |
23,20 |
19,97 |
21,89 |
18,22 |
maior |
|
7-Margem Líquida |
30,25 |
29,64 |
29,97 |
30,95 |
34,69 |
29,94 |
32,73 |
31,17 |
maior |
|
Fonte: Depep-BACEN http://www.bcb.gov.br/Pec/Depep/Spread/REBC2010.pdf - Adaptado pelo Autor |
|||||||||
Em 2010 (em relação a média do período de 2004 a 2010) houve queda do custo administrativo, redução do compulsório (recursos que são recolhidos pela BACEN para diminuir o dinheiro em circulação – geralmente remunerados abaixo das taxas de mercado), aumento da margem bruta e aumento da margem líquida (ganho para os bancos), em contrapartida, houve pequena elevação da inadimplência e aumento dos impostos diretos (redução de ganho dos bancos).
Minha percepção é que o aumento da margem líquida dos bancos foi um dos determinantes para a série de decisões do Governo Federal em relação a queda dos juros (Taxa Selic) e as alterações na poupança.
O aumento da margem líquida em 2010, ficando inclusive, acima da média (período de 2004-2010), denota que os bancos estão aumentando a lucratividade, mesmo com as reduções da Taxa Selic desde Agosto de 2011 (vide quadro abaixo).
Fonte: http://www.bcb.gov.br/?COPOMJUROS
Com este cenário percebe-se um maior enfrentamento da situação por parte do Governo, que culminou com a alteração/redução dos juros dos Novos Depósitos em Poupança (ocorrida em 03/05/2012). Tal decisão foi tomada em ano eleitoral, atitude considerada corajosa por muitos analistas de mercado e articulistas políticos.
Está aberto a partir de agora, portanto, o caminho para maiores reduções na Taxa Selic, pois não há mais a “trava hipotética” que existia, ou seja, os Juros Fixos da Poupança - 6,17% ao ano.
Em função da sua relevância e necessidade de maiores esclarecimentos, continuarei com este assunto nos próximos posts.
Caras(os) Leitoras(es),
Nas últimas semanas temos acompanhado no noticiário, impresso, televisivo e pela internet, uma série de matérias e propagandas informando sobre a queda nas taxas de juros cobradas pelos bancos. Os bancos oficiais (BB e Caixa Federal), pressionados pelo Governo Federal que detém o controle de tais instituições, iniciaram/baixaram, primeiramente, suas taxas de juros. Na sequência, os bancos privados começaram a reduzir os juros dos principais empréstimos.
Para entendermos o que está por trás dessa “guerra”, primeiro se faz necessário descobrir o significado da palavra mais pronunciada nos últimos dias, “SPREAD” ou “SPREAD BANCÁRIO”.
Afinal o que é “SPREAD BANCÁRIO”?
Spread bancário nada mais é do que a diferença entre o que os bancos pagam pelos recursos que os clientes deixam sob sua custódia (dinheiro parado na conta corrente – custo zero; poupança – TR + 6% a.a.; CDB* – taxa geralmente vinculada a um percentual do CDI**; fundos de investimentos – rentabilidade de acordo com as várias modalidades etc.) e as taxas cobradas sobre empréstimos e financiamentos (cheque especial, crédito direto ao consumidor-CDC, crédito imobiliário, crédito rural, financiamentos empresariais, desconto de cheques, financiamentos internacionais etc.). *CDB – Certificado de Depósito Bancário (modalidade de investimento lastreada em título emitido pelo próprio banco; **CDI – Certificado de Depósito Interbancário (juros entre bancos).
Vejam um exemplo simples: o banco “X” capta (cliente deixa os seus recursos sob sua custódia) R$ 1.000,00 em CDB e promete pagar ao cliente, após 30 dias, 1% de juros ao mês. Em seguida chega um cliente “Y” na agência bancária precisando dos mesmos R$ 1.000,00 então, o banco empresta esses recursos ao referido cliente e cobra 5% de juros para o mesmo pagar nos mesmos 30 dias.
|
1.000,00 |
30 dias |
1% ao mês |
10,00 |
|
1.000,00 |
30 dias |
5% ao mês |
50,00 |
|
SPREAD neste caso foi 4% (5%-1%) ou em reais R$ 40,00 (R$ 50,00–10,00) |
|||
Trata-se de um exemplo bastante simples, mas que apresenta o “conceito” de “SPREAD” – a diferença entre o que banco paga pelos recursos deixados sob sua responsabilidade e o que o banco cobra pelos recursos que empresta.
O Banco Central acompanha o “spread bancário” e consolida os resultados por meio do Relatório de Economia Bancária e Crédito, a versão do ano de 2010 -emitida em fevereiro de 2012, encontra-se disponível em (http://www.bcb.gov.br/Pec/Depep/Spread/REBC2010.pdf).
A Tabela 5 desse estudo demonstra a decomposição do “spread bancário” prefixado (taxas contratadas previamente) do total de empréstimos de toda indústria bancária:
Apresento esta tabela para iniciarmos uma série de posts tentando desvendar este assunto, que continuarei nos próximos posts.
Caras(os) Leitoras(es),
Na semana passada apresentei as principais despesas de um condomínio: 41,38% referente a folha de pagamento, 21,09% com água (não individualizada), 5,31% de energia elétrica (só do condomínio) e 4,61% com a taxa de administração, ou seja, tais despesas atingem 72,40%.
A folha de pagamento está diretamente vinculada ao número de funcionários, não havendo, portanto, muita margem para redução, a não ser que se faça um ajuste no número de colaboradores (redução). Antes de proceder com qualquer ajuste, deve-se ponderar as questões de segurança (porteiros) e aspecto geral (limpeza das dependências comuns).
Quanto à despesa com água, poderíamos fazer alguma otimização, no exemplo do blog da semana passada, a conta de água não é individualizada e a tendência é pela utilização com certo grau de desperdício, uma vez que não sentimos o aumento do consumo diretamente no bolso. Caso haja vazamentos, o custo será rateado entre todos (pela falta de hidrômetro para cada unidade). Em prédios/casas mais antigas que possuem válvula hidra, não são raros os vazamentos.
Algumas empresas estão propondo a individualização dos hidrômetros, inclusive para prédios mais antigos, deve-se ponderar a relação custo/benefício da implantação. Geralmente, há um investimento inicial, mas ao longo do tempo haverá redução do consumo, comparando-se a conta atual com a soma de todas as demais contas, depois de individualizadas.
Outra medida que também está sendo implantada com sucesso, no caso de consumo de água, é o bloqueador de ar na tubulação de entrada, ou seja, estes aparelhos evitam que os hidrômetros computem, como consumo, o ar que vem no cano de abastecimento junto com a água.
Por outro lado, a conta de energia elétrica, na grande maioria das unidades dos condomínios é individualizada, havendo rateio da energia das áreas comuns. Atualmente, existem dispositivos que tornam o consumo de energia elétrica mais racional, por exemplo: sensores de presença (acendem as luzes somente na área em que pessoas estão passando); lâmpadas econômicas podem reduzir o consumo final (fluorescentes, halógenas e led); modernização de elevadores (sistemas atuais consomem menos energia); além de outras medidas para cada situação específica.
Em se tratando da taxa de administração, há duas alternativas, a primeira é substituir a administradora por outra que apresente um custo menor, porém pode haver perda de qualidade, neste caso, é necessário pesquisar a atuação da nova administradora antes de tomar a medida. A segunda é optar pela administração própria, mas para isso os condôminos precisam ter maturidade e disponibilidade de tempo, pois todo o trabalho que era desempenhado pela administradora, ficará a cargo do condomínio/condôminos.
Vejam, não são medidas complicadas, porém é necessário um estudo prévio antes de tomar atitudes, pois quando trata-se de condomínio quaisquer mudanças impactam a vida de várias pessoas.
Geralmente, há baixíssimo quórum (número de pessoas) em reuniões de condomínios, minha principal dica é: a “PARTICIPAÇÃO”, evitando delegar as decisões para um pequeno grupo de pessoas, pois essa atitude implica em aceitação das mesmas.
Na próxima semana apresento um novo assunto, as reduções de juros que estão ocorrendo nos bancos.
Caras(os) Leitoras(es),
No post da semana passada apresentei os argumentos sobre a relação de “Viver em Condomínio e Educação Financeira” e hoje vou demonstrar, por meio de um exemplo real, como podemos aplicar princípios de educação financeira em nossos condomínios.
Para melhor contextualizar, o exemplo abaixo é real e trata-se do condomínio do edifício que resido, atualmente. Um detalhe a observar é que a despesa de água não é individualizada – uma única conta para todos (condomínio/ apartamentos):
|
Item |
Despesas |
% |
|
1 |
Água |
21,09 |
|
2 |
Assistência Médica |
3,50 |
|
3 |
Cesta Básica |
0,20 |
|
4 |
Contribuição Assistencial Empregados |
0,37 |
|
5 |
Contribuição Assistencial Patronal |
0,27 |
|
6 |
Desentupidora |
0,38 |
|
7 |
Despesas de correio e xerox |
0,32 |
|
8 |
Energia Elétrica |
5,31 |
|
9 |
FGTS |
2,29 |
|
10 |
Folha de Pagamento |
20,60 |
|
11 |
Fundo de 13º e Férias |
7,55 |
|
12 |
Fundo de Reserva |
5,32 |
|
13 |
INSS |
12,52 |
|
14 |
Manutenção de jardins |
1,68 |
|
15 |
Manutenção elevador |
3,56 |
|
16 |
Materiais diversos |
0,29 |
|
17 |
Monitoramento |
0,35 |
|
18 |
PIS |
0,32 |
|
19 |
Produtos Limpeza |
1,19 |
|
20 |
Seguros |
3,00 |
|
21 |
Tarifas bancárias |
0,60 |
|
22 |
Taxa de Administração |
4,61 |
|
23 |
Telefonia |
0,13 |
|
24 |
Uniformes |
0,45 |
|
25 |
Vale alimentação |
2,73 |
|
26 |
Vale Transporte |
1,38 |
|
Total |
100,00 |
|
Vejam, as despesas do condomínio não diferem muito das nossas pessoais, nós temos 26 itens de contas a pagar e uma única receita (somatório das despesas pagas rateadas por cada condômino em função da área de seu apartamento/casa).
Para gerenciarmos melhor as contas do condomínio, como no caso de uma pessoa, não há mágica, ou seja, ou aumentamos a receita ou diminuímos as despesas. No caso do condomínio não há como aumentar as receitas, pois ela é ligada diretamente a soma das despesas. Então sobra somente a redução dos vinte e seis itens de despesas.
Para facilitar vou dar uma dica, se você somar todos os itens da tabela acima em negrito, encontra o percentual de 41,38% referente a folha de pagamento. Ao incluir as despesas com água (21,09% - não individualizada), energia elétrica (5,31% – só do condomínio) e taxa de administração (4,61% – cobrada pela imobiliária que administra) tem-se o percentual de 72,40%.
Caso vocês queiram reduzir o valor do condomínio, um bom começo é tentar gerenciar melhor esses quatro itens (folha de pagamento, água, energia elétrica e taxa de administração).
Logicamente, o gasto com funcionários, que representa 41,38% mantém relação direta com o número de pessoas contratadas. No caso específico do meu condomínio, temos 6 funcionários (1 zelador, 2 responsáveis pela limpeza e 3 porteiros), não havendo muito espaço para redução.
Na próxima semana continuo neste assunto.
Caras(os) Leitoras(es),
O que é um condomínio?
Segundo o Art. 1º da LEI Nº 4.591, DE 16 DE DEZEMBRO DE 1964 condomínio é:
“As edificações ou conjuntos de edificações, de um ou mais pavimentos, construídos sob a forma de unidades isoladas entre si, destinadas a fins residenciais ou não-residenciais, poderão ser alienados, no todo ou em parte, objetivamente considerados, e constituirá, cada unidade, propriedade autônoma sujeita às limitações desta Lei.”
Qual a relação entre “Viver em Condomínio” e Educação Financeira?
Pode soar um pouco estranho, mas sob meu ponto de vista, há uma forte relação.
Atualmente, milhares de pessoas estão vivendo em condomínios, sejam eles de casas, apartamentos, chácaras, para fins comerciais ou mesmo condomínios informais delimitando áreas em determinados bairros. Tais condomínios são instituídos por meio do Instrumento de Instituição de Condomínio, o qual deve ser registrado no cartório de registro de imóveis da jurisdição.
Afinal, como é administrado um condomínio?
Condomínio pode ser administrado pela figura de uma “administradora” (geralmente uma imobiliária ou escritórios de advocacia/contabilidade) ou os próprios condôminos se encarregam da administração.
Mas por que temos que administrar o condomínio?
As pessoas que residem em uma mesma edificação ou conjunto de edificações possuem despesas conjuntas: manutenção das partes comuns (elevadores, escadas, garagens etc.); serviços terceirizados/próprio de vigilância, limpeza e diversos outros compromissos que são rateados entre os moradores.
VEJAM A RELAÇÃO!!! A partir do momento em que precisamos pagar compromissos conjuntos, há necessidade de haver arrecadação de fundos para cumprir tais obrigações e nesse momento entra a EDUCAÇÃO FINANCEIRA.
As contas de um condomínio assemelham-se a de uma empresa de pequeno porte: funcionários, despesas fixas (água, luz, telefone, impostos etc.), além de despesas eventuais (manutenções das partes comuns, seguros, compra de produtos de limpeza etc.) e como toda empresa, devemos administrar/fiscalizar os compromissos para não elevar, demasiadamente, o rateio entre os condôminos.
Esta é a relação entre “Vida em Condomínio” e “Educação Financeira”, ou seja, administrar/fiscalizar com eficiência as contas do condomínio pode gerar economia de recursos para todos os condôminos.
Na próxima semana, continuo este assunto trazendo dicas de gerenciamento das contas dos condomínios.
Caras(os) Leitoras(es),
Nas últimas semanas foram apresentados um conjunto de informações/dicas para tornar o investimento em renda variável, principalmente em ações, menos complicado. Para tanto, os tópicos abaixo pavimentam a estrada do universo da bolsa de valores, entretanto, prudência é a melhor estratégia para iniciar nessa modalidade de investimento:
- O “Universo” das Aplicações em Bolsa de Valores. Em 05/02/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/o-universo-das-aplicacoes-em-bolsa-de-valores/).
- As Bolsas de Valores são como “cassinos”? Em 12/02/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/bolsas-de-valores-sao-como-cassinos/);
- Bolsa de Valores - Como aplicar!!!m 19/02/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/bolsa-de-valores-como-aplicar/);
- Bolsa de Valores – O que é dividendo de ações? Em 04/03/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/bolsa-de-valores-o-que-e-dividendo-de-acoes/);
- Bolsa de Valores – Capitalização Bursátil e os Investimentos em Bolsa. Em 11/03/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/bolsa-de-valores-capitalizacao-bursatil-e-os-inves/);
- Bolsa de Valores – Qual é o melhor momento de aplicar? Em 18/03/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/bolsa-de-valores-qual-e-o-melhor-momento-de-aplica/); e
- Bolsa de Valores – O que é Índice BOVESPA (Ibovespa)? Em 25/03/2012 (http://www.revide.com.br/blog/valdir-domeneghetti/post/bolsa-de-valores-o-que-e-indice-bovespa-ibovespa/);
A intenção não foi esgotar o assunto e tão pouco, tornar você leitor(a) um(a) “expert” em bolsa de valores, mercado de ações ou renda variável. O importante com esses conhecimentos básicos é dar o ponta-pé inicial e seguir a 1ª regra fundamental:
Inicie com muita cautela!!!
Vejam, vocês podem iniciar comprando lotes fracionados, ou seja, geralmente os bancos/corretoras vendem quantidades menores de ações, inclusive, há casos que esse valor gira entre R$ 100,00 e R$ 200,00.
Não se esqueçam da 2ª regra fundamental em investimentos, principalmente no mercado de ações/bolsa de valores:
Diversifique – não coloque todos os ovos em uma única cesta!!!
Compre R$ 100,00 reais de ações de uma empresa neste mês, compre de outra empresa no mês seguinte e assim sucessivamente, com esta estratégia você estará montando uma carteira diversificada de ações e minimizando o risco de perdas.
Boa Páscoa a todas(os). Na próxima semana inicio o assunto “vida em condomínio”!