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Blog Gestão Empresarial

Murilo Carneiro murilo@knd.com.br
Consultor e professor de finanças, mestre em Administração pela FEA-RP/USP
  • O que realmente é marketing?

    Postado em 17 de Maio de 2012 às 07:05 na categoria Gestão Comercial

    Constantemente, ouvimos falar de marketing. Apesar disso, acredito que nem todos conheçam o verdadeiro significado dessa palavra, que é oriunda da língua inglesa. Normalmente, a grande maioria das pessoas acredita que o conceito de marketing está associado exclusivamente ao conceito de propaganda. Elas estão totalmente enganadas, pois propaganda é apenas uma das atividades associadas ao conceito de marketing.

    Ao tratarmos do conceito de marketing, outro erro comum é associá-lo somente ao conceito de vendas. No passado, o conceito de marketing realmente enfatizava as vendas. Porém, atualmente, o marketing é um conceito muito mais abrangente que as vendas propriamente ditas, pois ele atua tanto antes quanto após a realização das mesmas.

    Caso busquemos uma tradução “ao pé da letra”, descobriremos que a palavra marketing deriva da palavra market, que, em inglês, significa mercado. Portanto, podemos perceber que a palavra marketing está associada ao conceito de mercado, e não simplesmente aos conceitos de propaganda e venda. Ao procurarmos a palavra marketing no dicionário “inglês/português”, podemos encontrá-la traduzida como mercadologia, que significa estudo de mercado.

    Para podermos comprovar que o conceito moderno de marketing está associado ao conceito de mercado, basta observarmos algumas definições. Segundo Marcos Cobra, um estudioso brasileiro do tema, marketing é um processo que envolve tanto o planejamento quanto a execução do programa de colocar produtos ou serviços à disposição de possíveis compradores.

    De acordo com Philip Kotler, a maior autoridade mundial desse tema, podem ser estabelecidas definições diferentes de marketing. Sob a perspectiva social, é um processo por meio do qual pessoas e grupos de pessoas obtêm aquilo que necessitam e que desejam com a criação, a oferta e a livre negociação de produtos e serviços de valor com outros. Sob a perspectiva gerencial é um processo de planejar e executar a concepção, a determinação do preço, a promoção e a distribuição de ideias, bens e serviços para criar negociações que satisfaçam metas individuais e organizacionais.

    Ao observarmos as definições, podemos comprovar que o conceito de marketing está realmente relacionado ao conceito de mercado, porém, mais especificamente a um dos componentes do mercado, o consumidor. Portanto, finalizo esse artigo apresentando uma definição, elaborada pela professora Eunice Kwasnicka, que leva em conta tal preocupação: “marketing é a interação de múltiplas atividades organizacionais com o objetivo de satisfazer necessidades e desejos específicos dos consumidores”.

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  • Poupança: porque mudou e como ficou

    Postado em 10 de Maio de 2012 às 13:05 na categoria Gestão Financeira

    Primeiramente, é preciso que todos saibam que a poupança mudou para que o Brasil possa seguir crescendo. Caso ela continuasse pagando a remuneração de 0,5% ao mês + TR, o governo não conseguiria continuar reduzindo as taxas de juros. Dentre outras vantagens para o país, é importante explicar que as taxas de juros mais baixas fazem com que as empresas deixem de investir seus recursos excedentes no mercado financeiro, pois as taxas se tornam menos atrativas. Tais recursos passam a ser investidos no próprio negócio, gerando mais empregos.

    Nos últimos meses, o governo vem baixando a taxa básica de juros, mais conhecida como taxa Selic. Essa taxa é quanto o governo paga de juros para quem aplica em títulos públicos federais. A taxa Selic é definida pelo Comitê de Política Econômica (COPOM) e, atualmente, está fixada em 9% ao ano. Por meio dos títulos públicos, o governo capta dinheiro para se financiar e os investidores recebem a taxa Selic como retorno do investimento.

    Segundo Leandro Corrêa, sócio da Patrimono, um agente de investimentos da XP Investimentos, a ideia do governo é baixar a Selic para reduzir o custo da dívida pública e favorecer o crescimento e a economia do país estimulando os investimentos, o consumo e o crédito. Porém, caso ela seja fixada em um patamar abaixo de 8,5% ao ano, os investidores terão uma opção mais rentável que é a própria poupança, uma vez que sobre os investimentos em títulos públicos há cobrança do imposto de renda. Portanto, ele precisa evitar que o dinheiro dos títulos públicos migre para a poupança, prejudicando o financiamento público. Foi por este motivo que o governo alterou as regras de remuneração da poupança.

    A partir do dia 04 de maio, para os novos depósitos, caso a taxa Selic fique igual ou abaixo de 8,5% ao ano, a poupança pagará 70% dessa taxa + TR. Quem já tem dinheiro aplicado na poupança, não precisa se preocupar, pois a regra anterior continua valendo, ou seja, ela continuará sendo remunerada à taxa de 0,5% ao mês + TR. Portanto, caso tenha aplicado na poupança antes do dia 04 de maio e acredite que o governo continuará reduzindo a taxa Selic, tente não fazer resgates, pois ela será a aplicação de renda fixa com a maior rentabilidade do mercado financeiro.

    Segundo Bianca Ribeiro, do jornal O Estado de São Paulo, mesmo com a queda na rentabilidade que ocorrerá caso a Selic atinja 8,5% ao ano, ainda é mais atraente aplicar na poupança que deixar o dinheiro debaixo do colchão. Para exemplificar, considere um valor de R$ 1.000,00 que ficará aplicado na poupança por 12 meses. Com a regra antiga, o rendimento seria de R$ 75,00 no período. Com a nova regra, considerando uma Selic de 8,5%, o investidor ganharia R$ 64,00.

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  • Punição versus educação

    Postado em 03 de Maio de 2012 às 09:05 na categoria Gestão de RH

    Um belo dia, enquanto dirigia meu carro na cidade de São Paulo, recebi um panfleto ao parar em um semáforo. Imediatamente, amassei-o e joguei-o pela janela. Para minha sorte, estava ao meu lado uma grande amiga, que prontamente me repreendeu: “Que bela atitude! Graças a você, as chances de inundação na cidade acabaram de aumentar, pois o papel que acabou de jogar na rua poderá ajudar no entupimento de um bueiro”.

    As palavras até hoje soam em meus ouvidos e, a partir daquele dia, nunca mais joguei lixo na rua. Em minha opinião, os programas de conscientização divulgados pela mídia podem ajudar muito a educar a população. Porém, levanto seguinte questão: “será que são suficientes?”. Acredito que nem sempre as pessoas mudam seus maus hábitos apenas por meio de campanhas educativas. Portanto, é necessário que existam punições para aquelas que insistem em não adotar regras de cidadania.

    Normalmente, as punições que mais ajudam na “conscientização” da população são aquelas que doem no bolso. Posso ilustrar essa afirmação usando dois exemplos. Tenho vergonha em admitir, porém, durante muito tempo, utilizei o celular enquanto dirigia e nunca respeitei os limites de velocidade nas estradas, mesmo tendo consciência das consequências de infringir essas leis. Somente passei a respeitá-las após sofrer para poder pagar algumas multas.

    Acreditamos que populações de outros países são mais conscientes que nós, mas será que isso é verdade? Tive um professor que passou uma temporada na Alemanha e se surpreendeu com o fato das casas possuírem duas caixas d’água, para que a água que sai pelo ralo seja reaproveitada para a descarga nos vasos sanitários. Ficou boquiaberto quando o dono da casa onde estava fechou educadamente a torneira da pia enquanto ele escovava os dentes (hábito tão comum entre nós). Durante algum tempo, ficou impressionado com a “consciência ecológica” dos alemães. Porém, pouco tempo depois, descobriu o enorme preço que era cobrado pela água e percebeu porque os alemães são tão “conscientes”.

    É duro ter que admitir, mas a grande maioria das pessoas só mudam seus hábitos quando são pressionadas por uma punição. Reflita: “será que você continuaria utilizando cinto de segurança na cidade se não fosse a multa dada para quem não o utiliza?” Infelizmente, em muitos casos, punir continua sendo a melhor solução para as pessoas se tornarem mais educadas.

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  • Administração: ciência ou arte?

    Postado em 26 de Abril de 2012 às 11:04 na categoria Gestão Estratégica

    Para muitos empresários e gestores, que nunca puderam ou quiseram frequentar uma faculdade, administração é simplesmente uma arte, que deve ser aprendida na prática. Portanto, infelizmente, eles desprezam os professores, os pesquisadores e os cursos de administração.

    Em certa ocasião, um colega de adolescência que se tornou empresário, quando soube que me tornei professor, lançou, com um tom de deboche, a seguinte frase: “quem sabe... faz, quem não sabe... ensina”. Não foi uma praga lançada por mim, mas fiquei sabendo que sua empresa faliu. Quem sabe um pouco de “ciência” poderia tê-lo ajudado a administrar melhor seu negócio!

    Por outro lado, muitos professores e pesquisadores dedicam-se exclusivamente a estudar a administração de forma teórica, apenas como uma ciência, sem dar a devida atenção à aplicabilidade prática dos conceitos e teorias administrativas que desenvolvem. Aquilo que os estudantes aprendem na sala de aula das faculdades de administração são subsídios e ferramentas técnicas que os tornam capazes de exercer sua profissão de administrador, entretanto, com apenas estes requisitos eles seriam meros técnicos.

    Administrar exige perspicácia, amplitude de visão, sensibilidade, habilidade para trabalhar em grupo, sociabilidade, dentre muitas outras características. Acredito que estas características não podem ser adquiridas simplesmente assistindo uma aula teórica ou lendo um livro, mas somente na prática, na vivência pessoal e profissional de cada um.

    Depois das explicações fornecidas, acredito que seja irrelevante ficar discutindo se administração é arte ou é ciência. Na verdade, as filosofias, técnicas e procedimentos administrativos surgem nas organizações como uma arte, ou seja, como uma forma dos gestores resolverem seus problemas cotidianos. Posteriormente, os “cientistas” da administração, por meio de pesquisas, experiências, estudos de caso e reportagens, elaboradas em tais organizações, formalizam a arte que surgiu. A formalização pode ser feita por meio de livros, teses e artigos. Dessa forma, a arte é transformada em ciência.

    O conhecimento formalizado por meio de livros, teses e artigos pode ser aplicado por outros empresários e gestores nas empresas. Logicamente, como cada empresa possui características diferentes, o conhecimento aplicado deverá sofrer adaptações para que possa gerar resultados eficazes. Dessa forma, a filosofia, técnica ou procedimento administrativo poderá ser aperfeiçoado, gerando novos benefícios, ou seja, a “arte” fará com que a “ciência” seja constantemente aperfeiçoada.

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  • O pesadelo dos cartéis

    Postado em 19 de Abril de 2012 às 14:04 na categoria Gestão Financeira

    Adam Smith, um antigo e famoso economista, dizia que uma das grandes vantagens do capitalismo é a existência de uma “mão invisível” que controla o mercado, ou seja, a concorrência entre as empresas impede que os preços aumentem demasiadamente.

    A teoria da “mão invisível” é verdadeira, desde que as empresas não formem uma das piores pragas do sistema capitalista: o cartel, que ocorre quando empresários de um determinado segmento de atividade se reúnem para definir um mesmo preço para seus produtos. Infelizmente, ainda existem alguns cartéis no Brasil. Dentre eles, cabe destacar o dos postos de combustíveis. Você já reparou que todos cobram os mesmos preços?

    O cartel é uma praga, pois não dá aos consumidores a oportunidade de encontrar preços mais baixos, o que seria totalmente viável, diante do fato de cada empresa possuir uma estrutura de gastos diferente, permitindo que trabalhassem, caso quisessem, com preços diferentes. Apesar de tal atitude ser deplorável, os empresários que fazem cartel estão simplesmente “dançando conforme a música do capitalismo”, cujo principal “passo” é a maximização dos lucros. Diante dessa realidade, cabe às autoridades tomar algum tipo de providência, pois formação de cartel é crime.

    Outro cartel que assola nosso país é o dos bancos. Estranhamente, todos cobram juros abusivos nos empréstimos e financiamentos que oferecem aos seus clientes. Eles alegam que os juros são altos devido à alta inadimplência. Porém, como podemos acreditar nisso se os lucros que obtém vão se tornando maiores a cada ano.

    Felizmente, o Governo Federal acaba de tomar uma decisão corajosa e inédita com o objetivo de combater o cartel dos bancos. O Banco do Brasil (BB) e a Caixa Econômica Federal (CEF), cujo controle está nas mãos do Governo, anunciaram reduções drásticas em suas taxas de juros. Esta estratégia, que está sendo veiculada por meio de propagandas na televisão, convida os clientes de outros bancos a serem seus clientes e usufruírem desse benefício.

    Agora que o Governo fez sua parte, cabe a nós exigirmos condições semelhantes dos bancos onde movimentamos nosso dinheiro, pois, do contrário, migraremos nossas contas correntes para o BB e a CEF. Isso será ótimo para nosso país, pois taxas de juros mais baixas incentivam os investimentos das empresas e o consumo das pessoas físicas. Esses dois fatores podem reduzir o desemprego e contribuir para o crescimento do Brasil. Parabéns presidente Dilma, pela coragem em enfrentar o maior e mais poderoso cartel do país!

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  • Administrador: homo sapiens ou homo faber?

    Postado em 12 de Abril de 2012 às 15:04 na categoria Gestão Estratégica

    Nós últimos anos, surgiram diversos novos cursos de administração. A princípio, isso é um fato extremamente importante para nosso país, pois poderemos ter mais profissionais devidamente capacitados para gerir as organizações. Porém, é imprescindível que pensemos serialmente no papel que as faculdades devem exercer para preparar devidamente os futuros administradores.

    De acordo com Idalberto Chiavenato, um renomado autor de livros que abordam a ciência da administração, os cursos deveriam preocupar-se em formar o homo sapiens (que sabe pensar e desenvolver conceitos e estratégias empresariais e táticas departamentais) e não simplesmente o homo faber (que sabe fazer as coisas ou executar receitas previamente elaboradas sem adequá-las às necessidades mutáveis das organizações).

    Segundo ele, não resta dúvida de que os cursos de administração devem ensinar como se prepara um orçamento de despesas ou uma previsão de vendas, como se constrói um organograma ou fluxograma, como se interpreta um balanço, como se elabora um planejamento e controle da produção e coisas assim, pois estes são instrumentos preciosíssimos de administração.

    Porém, não se pode esquecer que são apenas instrumentos e não a própria finalidade da administração, que está muito acima disso. O mais importante e fundamental é saber como utilizar estes instrumentos e em que circunstâncias aplicá-los adequadamente. O conhecimento do instrumental representa apensas uma pequena parte do trabalho do administrador e daquilo que ele deve saber. A outra parte mais importante é o conhecimento da situação onde aplicá-lo com proveito.

    Para ratificar sua idéia, Chiavenato cita como exemplo a situação do médico, que precisa conhecer profundamente os instrumentos e técnicas de intervenção e, mais do que isso, deve conhecer como e onde aplicá-los. Para tanto, deve ter profundos conhecimentos de anatomia e fisiologia do paciente. Deve saber fazer diagnósticos e, sobretudo, saber como analisar os problemas e necessidades do paciente.

    Na medida em que o conhecimento do médico se restringe unicamente ao instrumental a ser utilizado, mais ele tenderá a ignorar os problemas reais do paciente, concentrando-se na aplicação dos instrumentos que conhece, qualquer que seja a situação, mesmo que esta contra-indique a aplicação do instrumental conhecido.

    Um médico incompetente pode matar seu paciente. Da mesma forma, guardando-se as devidas proporções, um administrador incompetente pode “matar” uma organização, gerando um imenso problema para todos que dela dependem para sobreviver. Portanto, o administrador deve ser um homo sapiens e não simplesmente um homo faber.

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  • Cuidado com os bancos, pois eles não são poltronas

    Postado em 05 de Abril de 2012 às 14:04 na categoria Gestão Financeira

    De acordo com uma reportagem veiculada pelo Universo On Line (UOL), abrir conta em um banco é algo cada vez mais corriqueiro na vida do consumidor brasileiro. Conhecer o que pode ou não ser cobrado, porém, é fundamental neste início de relacionamento para que o consumidor não acabe gastando mais do que o necessário com a conta.

    "Muita gente acaba pagando por serviços que não usa, principalmente as pessoas mais humildes, que não têm acesso à informação", diz o advogado especializado em direito bancário Alexandre Berthe. "É preciso monitorar sempre o extrato da conta", sugere.

    Todos os consumidores têm, por exemplo, direito a uma quantidade mínima de serviços gratuitos, como determina o Banco Central. Entre eles estão o fornecimento de um cartão de débito, a realização de até quatro saques mensais e a retirada de dois extratos. "Dependendo do uso que o consumidor faz da conta, esses serviços podem ser suficientes, e ele não precisa contratar um pacote de tarifas", diz a assessora técnica do Procon de São Paulo Edila Moquedace.

    Trabalhadores contratados pelo regime da CLT e funcionários públicos também podem optar por ter uma conta-salário. Essa conta é vantajosa para quem já tem conta em banco, mas precisa abrir outra numa instituição diferente só para receber o salário pago pela empresa. Se ele abrir uma conta-salário, poderá transferir o valor recebido sem pagar nenhuma tarifa.

    Um teste feito recentemente pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) comprovou como o início de relacionamento do cliente com o banco pode ser conturbado. Em dezembro de 2011, voluntários do instituto abriram contas em agências de seis bancos e avaliaram as informações dadas aos novos clientes.

    Os bancos foram reprovados em vários quesitos. Nenhum deles informou, espontaneamente, sobre a existência dos serviços gratuitos aos consumidores e todos concederam cheque especial sem o cliente ter solicitado. Em 2011, pela primeira vez em 12 anos, os bancos passaram as empresas de planos de saúde como o setor que mais teve reclamações no Idec.

    Ao lermos a reportagem veiculada pelo UOL, devemos nos lembrar que se os bancos fossem bons mesmo receberiam o nome de “poltronas”, pois elas são muito mais aconchegantes e confortáveis. Os “bancos” são muito duros; consequentemente, não dá para ficar sentado neles por muito tempo. Portanto, devemos abrir bem os olhos ao negociarmos com eles.

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